sábado, 2 maio, 2026

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Na região: Ribeirão Preto confirma primeiros casos de Mpox em 2026 e reforça alerta sanitário

Município registra duas ocorrências da doença e acompanha investigações diante do avanço de casos suspeitos

Ribeirão Preto confirmou os primeiros dois casos de Mpox em 2026, segundo atualização divulgada pela Secretaria Municipal da Saúde. O registro acende um alerta no município, que desde o início do ano investigou cinco casos suspeitos. Desse total, dois foram descartados e um ainda aguarda análise laboratorial, mantendo as equipes de vigilância em atenção contínua.

A Mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, é uma doença viral, causada por um agente pertencente à mesma família da antiga varíola humana. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões na pele, secreções, objetos contaminados ou por contato íntimo e prolongado com indivíduos infectados. Embora a circulação da doença tenha diminuído globalmente após o surto de 2022, especialistas destacam que a vigilância contínua é fundamental para impedir novas cadeias de transmissão.

Os sintomas mais comuns incluem febre, dor no corpo, gânglios inchados, cansaço e, sobretudo, lesões na pele, que são a manifestação mais característica da infecção. A orientação da Secretaria é que qualquer pessoa que apresentar sinais compatíveis procure atendimento médico imediato e evite contato próximo até a avaliação profissional, medida considerada essencial para interromper possíveis transmissões.

Até o momento, não há registro de mortes associadas à doença em Ribeirão Preto em 2026, o que reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento clínico adequado. A pasta informou que mantém monitoramento contínuo, utilizando painéis epidemiológicos e estratégias de vigilância ativa para rastrear novos casos e orientar a população.

Embora a confirmação dos casos gere preocupação, autoridades sanitárias destacam que a resposta rápida e a adoção de medidas preventivas são decisivas para evitar um cenário de maior disseminação. A recomendação é que a população mantenha atenção aos sintomas e siga as orientações dos profissionais de saúde.