Por: Sérgio Sant’Anna*
Certa vez alguém me mandou um texto, que admirei, exaltei, coloquei-o num pedestal. Gostei tanto que através desta minha tese, desejo homenagear todos os pais. Mães que assumem este papel. Padrastos, avós, tios, amigos etc., que dividem este papel magnífico com o outro. Parceria, mesmo que separados. Protagonismo que só possui valor, caso seja exercido. Para alguns apenas uma produção para outros a oportunidade de mudar a realidade. Mas, retornando ao texto lido, enviei-o ao meu pai. Logo, respondeu-me afirmando ser um exercício de escrita arcaico, que poucos leriam. Um texto inútil. Meu pai foi um livro. E aí tudo aconteceu…
…liguei a ele no “Dia dos Pais” e por horas ficamos dialogando…jamais esperava que pudesse vir a perdê-lo, de uma maneira bruta e repentina. A saudade é imensa; o Tempo, insano; a Vida, apenas uma escritora que adia o encontro eterno…
Aos pais, feliz Dia dos Pais!
Ótimo domingo a todos!



