Ocorrência registrada no Jardim Laranjeiras mobilizou Polícia Militar após denúncias de frequentadores e segue sob apuração da Polícia Civil
Um caso de ato obsceno em via pública foi registrado na noite de segunda-feira (13), em Taquaritinga, após denúncias de frequentadores da Praça Guilherme José Franco, no bairro Jardim Laranjeiras. De acordo com o boletim de ocorrência, um homem foi identificado e conduzido à delegacia após ser acusado de praticar masturbação em local público, além de supostamente filmar mulheres e crianças presentes no espaço.
Segundo informações da Polícia Militar, a equipe foi acionada via CAD/190 por volta das 18h20, após relatos de que um indivíduo, que já vinha sendo mencionado em denúncias anteriores, estaria novamente no local praticando atos de cunho sexual. Ao chegarem à praça, os policiais fizeram contato com testemunhas, que apresentaram imagens registradas em celular, nas quais, conforme descrito no boletim, seria possível visualizar o suspeito manipulando suas partes íntimas enquanto permanecia sentado em um banco.
O homem foi identificado no local e conduzido à Delegacia de Polícia de Taquaritinga para as providências cabíveis. Durante o depoimento, ele negou as acusações, afirmando que apenas estava sentado na praça e que os movimentos realizados seriam para afastar insetos, negando qualquer exposição do órgão genital ou prática de ato obsceno. O investigado também confirmou que utiliza com frequência um furgão branco, veículo citado nas denúncias.
Testemunhas ouvidas relataram versões que reforçam a suspeita. Uma das declarantes afirmou ter presenciado o momento em que o homem teria exposto suas partes íntimas e iniciado a masturbação, além de utilizar o celular para filmar pessoas no local. Outra testemunha destacou que, ao perceber a chegada da viatura, o indivíduo teria demonstrado comportamento agitado, manipulando o aparelho celular, possivelmente para excluir registros.
O caso foi registrado como crime consumado de ato obsceno, previsto no artigo 233 do Código Penal, tendo como vítima a coletividade e o pudor público. Um aparelho celular foi apreendido para análise, o que poderá contribuir para o esclarecimento dos fatos.
A Polícia Civil segue com a investigação, sob responsabilidade da autoridade policial, que irá avaliar os elementos apresentados, incluindo depoimentos e provas materiais. Especialistas ressaltam que esse tipo de ocorrência exige apuração criteriosa, sobretudo quando envolve denúncias em espaços públicos frequentados por famílias e crianças.
Enquanto isso, moradores e frequentadores da praça demonstram preocupação com a segurança e cobram medidas que garantam a tranquilidade no local. O desfecho do caso dependerá da análise técnica das provas e da conclusão do inquérito policial.



