domingo, 19 abril, 2026

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Artigo: A gestão da mentira – quando a transparência desaparece!

Por: Igor Sant’Anna*

A política de Taquaritinga vive um momento delicado e preocupante. A população tem assistido, quase em silêncio forçado, episódios que deveriam estar sendo tratados com máxima clareza, mas que são escondidos atrás de discursos vagos e de uma gestão pouco transparente.

Dois exemplos saltam aos olhos: o caso da empresa Mac Clean, que ainda carece de respostas concretas, e a dívida dos precatórios, que já ultrapassa a marca de R$ 60 milhões.

Esses fatos não são meros detalhes administrativos; eles escancaram uma realidade incômoda: a prefeitura tem falhado naquilo que é mais básico em uma gestão pública com transparência, organização e verdade.

Não se governa uma cidade com omissões, perseguições políticas ou manobras de conveniência. O que se vê, infelizmente, é um governo que persegue aqueles que se opõem, que coloca interesses pessoais e políticos acima do interesse coletivo, e que transforma a administração em um palco de disputas, em vez de fazê-la um espaço de soluções.

O povo de Taquaritinga não precisa de mais políticos profissionais, especialistas em discursos e alianças de conveniência. O que precisamos são de gestores de verdade, líderes que planejem, organizem e governem com foco no bem comum. Pessoas que não tenham medo da verdade e que não se escondam diante dos problemas.

A cidade exige clareza, eficiência e respeito. Sem esses elementos, o futuro será apenas a repetição das velhas práticas que tanto atrasam Taquaritinga.

Governar é servir e servir exige coragem. Coragem para ser transparente, para enfrentar dívidas e escândalos de frente, e para ouvir a voz do povo, que pede mudança, respeito e justiça.

Taquaritinga não precisa de propaganda. Precisa de soluções.

*Igor Sant’Anna é colaborador de O Defensor.

**Os artigos publicados com assinatura não manifestam a opinião de O Defensor. A publicação corresponde ao propósito de estimular o debate dos problemas municipais, estaduais, nacionais e mundiais e de refletir as distintas tendências do pensamento contemporâneo.