Falta de iluminação, mato alto e lixeiras danificadas preocupam moradores e autoridades locais
Na última semana, os vereadores Gabriel Belarmino, Claudinei Batista (Baixinho do Posto) e a vereadora Meire Mazzini, acompanhados do Dr. Hébert Landike, estiveram no Residencial São Sebastião, em Taquaritinga, para vistoriar as condições dos apartamentos e ouvir as demandas da população local. A visita evidenciou uma série de problemas que afetam diretamente a qualidade de vida dos moradores, sobretudo no que diz respeito à falta de iluminação pública, crescimento excessivo de mato e estruturas danificadas, como as lixeiras comunitárias.
Durante a inspeção, os parlamentares constataram que as áreas comuns do residencial estão completamente às escuras, situação que compromete a segurança de todos, em especial durante o período noturno. Além disso, diversos pontos do conjunto habitacional apresentam vegetação alta e sem manutenção, cenário que favorece o surgimento de animais peçonhentos e amplia o risco de doenças. As lixeiras quebradas e insuficientes agravam ainda mais o problema, contribuindo para o acúmulo de resíduos em locais inadequados.
Segundo os vereadores, a gestão anterior realizava periodicamente os serviços de roçagem e limpeza, que foram interrompidos nos últimos meses. No entanto, os parlamentares destacaram que a discussão neste momento não deve girar em torno de atribuição de culpa entre administrações, mas sim da urgência na tomada de providências para garantir dignidade aos moradores.
A comitiva pretende agora levar as demandas à Prefeitura e demais órgãos competentes, na tentativa de viabilizar ações emergenciais de limpeza, manutenção e iluminação no Residencial São Sebastião. A situação também deverá ser levada à tribuna na próxima sessão da Câmara Municipal, com o objetivo de formalizar os pedidos e dar visibilidade ao problema enfrentado por dezenas de famílias que vivem no local.
A visita reforça o papel fiscalizador do Legislativo e levanta uma discussão urgente sobre a importância da manutenção urbana em regiões habitadas por populações em situação de vulnerabilidade, onde o poder público precisa estar ainda mais presente.





