Eduarda Campopiano lidera votação para deputada estadual em Taquaritinga com 2.703 votos; Candidata do PL recebeu 10,66% dos votos no município; Caruso e Léo Oliveira, ambos do MDB, aparecem na segunda e terceira posições
Eduarda Campopiano (PL) foi a candidata a deputada estadual mais votada em Taquaritinga nas Eleições 2026. De acordo com os dados da votação municipal apresentados, ela recebeu 2.703 votos, equivalentes a 10,66%, abrindo vantagem sobre os demais nomes que disputaram uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).
Na segunda colocação aparece Caruso (MDB), com 1.323 votos (5,22%). O terceiro lugar ficou com Léo Oliveira (MDB), que conquistou 1.171 votos (4,62%) no município.
Professora Bebel (PT) ocupa a quarta posição, com 1.143 votos (4,51%), seguida por Itamar Borges (MDB), que recebeu 966 votos (3,81%). Na sexta colocação aparece Flávia Lancha (PSD), com 866 votos (3,41%). Apesar do desempenho obtido em Taquaritinga, ela não foi eleita no resultado estadual.
A sétima posição ficou com Carlos Giannazi (PSOL), que contabilizou 544 votos (2,15%). Na sequência aparece Suélei Gonçalves (PL), com 519 votos (2,05%), que também não conquistou uma cadeira na Alesp.
Completando a relação dos dez candidatos mais votados estão Bruno Zambelli (PL), na nona posição, com 457 votos (1,80%), e Duda Hidalgo (PT), em décimo lugar, com 453 votos (1,79%).
No recorte partidário, o MDB e o PL aparecem com três candidatos cada entre os dez primeiros colocados em Taquaritinga. O PT possui dois nomes na relação, enquanto PSD e PSOL aparecem com um representante cada.
A liderança de Eduarda Campopiano também apresentou uma diferença expressiva em relação ao segundo colocado. A candidata recebeu 1.380 votos a mais que Caruso e obteve mais que o dobro da votação registrada pelo candidato do MDB no município.
É importante destacar, entretanto, que a classificação dentro de Taquaritinga representa apenas o comportamento do eleitorado local. Nas eleições para deputado estadual, a definição dos candidatos eleitos considera a votação obtida em todo o Estado de São Paulo, além das regras do sistema proporcional aplicadas aos partidos e federações.
Assim, estar entre os mais votados no município não significa, necessariamente, conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa.




