sexta-feira, 17 abril, 2026

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Capítulo Zero – “A Empregada”

Por: Lucas Fanelli*

Olá caro leitor, espero que você esteja bem! Comecei a primeira semana do ano com uma deliciosa surpresa e seguindo as últimas indicações que fiz por aqui, hoje o livro também tem adaptação áudio visual.

Minha amiga foi ao cinema na semana passada, um passeio para curtir, respirar e esquecer um pouco das obrigações do trabalho dela, que são muitas. Tirar um tempo de qualidade consigo mesma e ao passar pelo cinema do shopping que estava se deparou com um filme que recém entrou em cartaz: “A Empregada”.

Ao terminar de assistir o filme ela correu me mandar mensagem falando que eu precisava ver o filme, que foi um dos melhores filmes de suspense que ela havia assistido fazia um bom tempo. Eu confio no bom gosto dela para filmes de terror/suspense então acendeu uma chama de curiosidade, porém o que me empacava era aquilo que já relatei em outros textos: tive grandes decepções com livros que estava no hype nas redes sociais.

Acontece que minha amiga tem bom gosto, se o filme vale a pena ser assistido como ela disse, o livro precisa ser tão bom quanto ou melhor, correto? Disse então para ela que veria o filme assim que terminasse o livro. Abri meu kindle, comprei o livro e iniciei a leitura na quarta-feira como quem não quer nada, apenas ler o livro antes de ver o filme para ser aquele leitor chato que fala: “olha só, mudaram essa parte do livro”.

Porém Freida McFadden me jogou no quartinho de empregada, me trancou e disse que eu só sairia quando eu terminasse a leitura. O livro tem tudo para te raptar e te deixar em cárcere privado dentro da sua própria cabeça criando teorias e tentando descobrir o que vai acontecer no próximo capítulo.

Os capítulos são curtos e a leitura é super fluída, ela faz você amar alguns personagens e odiar outros, mas depois tudo muda porque se tratando de Freida, o plot twist só termina no final.

Todo o enredo é muito bem escrito e a reviravolta é bem construída, Freida não te engana e nem te chama de bobão, no final ela deixa claro que a sujeira sempre esteve ali, você que não se atentou o suficiente para limpar.

Quando você acha que descobriu onde foi que guardaram os segredos, você acaba descobrindo que toda a sujeira foi varrida para debaixo do tapete. Freida é sagaz, ela torna a leitura prazerosa e te deixa curioso na medida certa. Na sexta-feira eu já havia devorado todas as páginas do livro e quase em abstinência precisando começar o segundo o quanto antes (mais ainda está caro e vou esperar uma promoção).

Agora é ir para o cinema e ver como foi a adaptação, pois se seguiu os pontos principais do livro, acredito que minha amiga esteja certa quanto ser bom ótimo filme.

*Lucas Fanelli é apaixonado por livros e colaborador d’O Defensor