Por: Igor Sant’Anna*
No Brasil, a balança da justiça perdeu o prumo, pois vivemos tempos em que a justiça, símbolo maior de equilíbrio e imparcialidade, parece ter sido inclinada pelo peso da conveniência política. A balança, que deveria julgar com base na verdade e na lei, hoje pende contra aqueles que ousam desafiar o sistema, enquanto fecha os olhos para os que o alimentam com suas alianças obscuras e suas práticas corruptas.
Essa distorção não é apenas um problema jurídico, mas um sintoma de uma profunda crise moral. Quando a justiça deixa de ser justa, o povo perde a confiança nas instituições e a verdade se torna refém do poder.
A Bíblia nos adverte em Isaías 5:20: “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal”. É exatamente isso que vemos: homens e mulheres que defendem valores, liberdade e verdade sendo perseguidos; enquanto aqueles que promovem a mentira e o caos são protegidos e exaltados.
Como cristãos e cidadãos, não podemos aceitar calados. É tempo de clamar a Deus por um despertar nacional, de exigir que a justiça volte a ser justa e que o direito seja restabelecido sem parcialidade. A história nos mostra que nenhum sistema injusto permanece para sempre e a Palavra nos assegura que, no tempo certo, Deus fará justiça perfeita, pois quando a balança perde o equilíbrio, infelizmente a injustiça reina e governa diante de um prumo desnivelado.
Que estejamos firmes, não cedendo ao medo nem à pressão, mas confiantes de que, mesmo quando os tribunais da terra falham, o tribunal do Céu permanece incorruptível.




