sábado, 3 outubro, 2026
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Nossa Palavra: O silêncio das urnas e o destino coletivo da nossa terra

Na véspera de mais uma jornada democrática, Taquaritinga é chamada a exercer a cidadania com serenidade, discernimento e a certeza de que o futuro do país se constrói na paz do voto consciente

Neste sábado, 3 de outubro de 2026, a poucas horas de os portões das seções eleitorais se abrirem em toda Taquaritinga, o burburinho das campanhas começa a dar lugar ao silêncio necessário da reflexão. As bandeiras recolhem-se, os carros de som calam-se e a barulheira dos discursos de palanque cede espaço à voz mais importante de todas: a consciência de cada eleitor. Amanhã, ao lado de milhões de brasileiros, os moradores da nossa querida terra exercerão o gesto mais solene e transformador da vida republicana — depositar na urna eletrônica o destino do nosso país, do nosso estado e da nossa região para os próximos quatro anos.

A democracia é uma construção paciente e delicada, mantida viva pelo respeito à vontade soberana do povo. Escolher representantes para os cargos de Presidente da República, Governador, Senador e Deputados não é uma disputa de torcidas passionais nem um acerto de contas pessoal. É, acima de tudo, uma demonstração de confiança no futuro e um ato de amor e responsabilidade pela nossa comunidade. As decisões tomadas em Brasília e na capital paulista têm impacto direto e diário na vida da nossa gente — na verba que abastece as nossas Unidades Básicas de Saúde, nas melhorias para a nossa malha viária, no incentivo ao agricultor local e no apoio à educação das nossas crianças.

Por isso, o momento exige serenidade e paz. A divergences de opiniões, longe de ser um problema, é a maior riqueza do regime democrático. Podemos e devemos ter visões distintas sobre os caminhos da economia e da sociedade, mas jamais devemos permitir que o calor da disputa política divida nossas famílias, destrua amizades ou manche a convivência pacífica que sempre caracterizou o povo taquaritinguense. Nas urnas, não há espaço para a violência, a intimidação ou o desrespeito; há espaço apenas para a liberdade e para o voto livre de qualquer cabresto ou influência indevida.

Diante do teclado amanhã, que cada cidadão de Taquaritinga recorde a história de lutas da nossa terra e vote com a cabeça aberta e o coração voltado para o bem comum. Examine a trajetória de quem pede o seu voto, pondere sobre a viabilidade das propostas e pense no país que deseja entregar às futuras gerações. O Jornal O Defensor renova nesta véspera o seu compromisso inabalável com a verdade, com a liberdade de imprensa e com o fortalecimento das instituições democráticas, desejando a todos os leitores uma jornada eleitoral de absoluta paz, civismo e profunda consciência cidadã.