Por: Luisinho Bassoli*
A primeira vez que publiquei um texto no O Defensor foi em 2008, quando o jornal era dirigido por Paulo Delgado, uma sintética reflexão sobre os ataques israelenses à Palestina, às vésperas de Barack Obama assumir a presidência dos EUA.
Passei a colaborar, com mais frequência, depois que o jornalista Gabriel Bagliotti assumiu o comando do periódico. Desde sempre, nunca houve nenhuma censura, nenhuma limitação nem questionamento sobre o teor dos meus escritos. Gabriel tem ciência de que toda matéria assinada é de responsabilidade exclusiva do autor.
Isso é o que se chama “liberdade de imprensa”. Perante a Lei, é uma garantia constitucional; em relação ao dono do jornal, é uma – louvável – postura ética!
A posição do jornal se dá nos editoriais, e todos os meios de comunicação podem ter suas próprias opiniões. Porém, é de grande importância que se abra espaço para todos que têm o que dizer que assim o façam, desde que subscrevam o texto, mesmo que, por ventura, desagrade alguns leitores (e patrocinadores).
O jornalista não necessariamente precisa ser imparcial, ele pode ter – e defender – sua opinião; mas ao jornal, como instituição, é salutar que preze pela multiplicidade de ideias, que defenda, profundamente, a liberdade de expressão!
Assim é a Democracia. Assim é o que faz O Defensor!
* Luisinho Bassoli é advogado e ex-presidente da Câmara Municipal de Taquaritinga (SP).
**Os artigos publicados com assinatura não manifestam a opinião de O Defensor. A publicação corresponde ao propósito de estimular o debate dos problemas municipais, estaduais, nacionais e mundiais e de refletir as distintas tendências do pensamento contemporâneo.




