Ocorrência envolve cinco residências pertencentes ao mesmo proprietário e levanta alerta sobre vulnerabilidade de estruturas elétricas
Um caso de furto de equipamentos elétricos foi registrado no dia 2 de abril de 2026, em Taquaritinga, envolvendo imóveis localizados na Rua Aristídes Carvalho Scholobach, na Vila Sargi. A ocorrência, classificada como crime consumado de furto, foi comunicada à Polícia Civil e segue sob análise das autoridades.
De acordo com o boletim de ocorrência, o proprietário das residências, relatou que adquiriu recentemente um conjunto de cinco imóveis situados no mesmo terreno, identificados pelos números 43, 43A, 43B, 59 e 73. Ao tomar conhecimento da situação, verificou que dois relógios de energia elétrica, conhecidos tecnicamente como “relógios de força”, haviam sido subtraídos de uma das unidades, embora não tenha sido possível identificar exatamente de qual residência ocorreu o furto.
Segundo o relato, não há informações sobre o momento exato da ação criminosa, tampouco sobre possíveis suspeitos, o que caracteriza o caso como de autoria desconhecida. A vítima também informou que, até o momento, não há elementos suficientes que possam subsidiar uma investigação mais aprofundada, tendo o registro sido formalizado principalmente para que a concessionária de energia, a CPFL, possa adotar as providências cabíveis.
Nesse contexto, o furto de relógios de energia representa não apenas prejuízo financeiro ao proprietário, mas também pode gerar riscos à segurança elétrica e à regularidade do fornecimento nas residências afetadas. Especialistas apontam que esse tipo de equipamento, apesar de essencial, muitas vezes fica exposto em áreas externas, tornando-se alvo fácil para ações criminosas.
Além disso, casos semelhantes têm sido registrados em diferentes regiões, evidenciando uma fragilidade na proteção desse tipo de infraestrutura. A ausência de monitoramento ou de sistemas de segurança pode contribuir para a ocorrência de furtos, especialmente em imóveis desocupados ou recém-adquiridos.
Por outro lado, autoridades orientam que proprietários adotem medidas preventivas, como reforço na segurança física dos locais e comunicação imediata às concessionárias em casos de irregularidades. O registro policial, ainda que sem indícios concretos, é considerado fundamental para a formalização do fato e eventual levantamento de padrões criminais.
A Polícia Civil segue responsável pela apreciação do caso, que poderá avançar caso surjam novos elementos que contribuam para a identificação dos responsáveis.



