Por: Igor Sant’Anna*
Há quem insista em reduzir a política a disputas entre siglas de duas letras, como se a realidade de Taquaritinga coubesse nesse jogo simplista, mas aqui a ferida é mais antiga, mais profunda e tem um nome que todos conhecem:
As Três Letras, pois não é sobre partido, mas sobre uma cultura e mentalidade, porque o verdadeiro problema não é partidário, mas moral.
Não se trata de implicância partidária gratuita, mas de história: décadas de domínio político sob o mesmo guarda-chuva, trocando rostos, mas mantendo a mesma lógica: acordos de bastidores, interesses privados acima do interesse público e o uso da máquina administrativa como instrumento de poder.
O resultado está à vista: contratos milionários firmados sem transparência, serviços terceirizados que falham, servidores que sofrem com atrasos e um município que gasta muito e entrega pouco. Enquanto isso, a população paga a conta com impostos cada vez mais altos e serviços cada vez mais precários.
A Bíblia é clara quando adverte: “Quando o justo governa, o povo se alegra; mas quando o ímpio domina, o povo geme” (Provérbios 29:2).
Taquaritinga tem gemido, não porque faltem recursos, mas porque sobra má gestão e falta temor a Deus nas decisões.
O problema de Taquaritinga não está nas duas letras que polarizam o Brasil. Está nas Três Letras que, por anos, alimentaram uma cultura política viciada, onde a prioridade é manter o poder, e não servir ao povo.
A solução não virá de mais promessas vazias, nem de candidatos que surgem a cada eleição com o mesmo discurso requentado. Ela virá de líderes que temam a Deus, honrem a verdade e entendam que cargo público é missão, não privilégio.
Chegou a hora de Taquaritinga se levantar, romper com o ciclo do comodismo e exigir integridade, porque Deus não nos chamou para viver sob o jugo da corrupção, mas para sermos livres e abençoados por líderes justos.
Não é sobre partido, é sobre poder sem Deus. Chegou a hora de trocar as siglas pelo temor a Deus e a verdade!




