Levantamento aponta cinco episódios de precipitação no mês; histórico climático indica média de apenas 23 milímetros para julho no município
Taquaritinga registrou 124 milímetros de chuva ao longo do mês de junho, conforme levantamento atualizado pelo colaborador do Jornal O Defensor, Silas Oliveira, profissional que atuou durante muitos anos na Casa da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O volume acumulado foi distribuído em cinco episódios de precipitação e evidencia um mês com índices pluviométricos expressivos para o período.
De acordo com os dados compilados por Silas Oliveira, as chuvas ocorreram nos dias 11, 13, 15, 22 e 24 de junho. O maior volume foi registrado no dia 22, quando choveu 38 milímetros. Na sequência aparecem o dia 13, com 35 milímetros, o dia 24, com 25 milímetros, o dia 11, com 15 milímetros, e o dia 15, com 11 milímetros.
Somados, os cinco eventos resultaram em um acumulado de 124 milímetros, contribuindo para a reposição parcial da umidade do solo e para o abastecimento dos mananciais da região. O levantamento também serve como importante referência para produtores rurais, órgãos públicos e moradores que acompanham o comportamento climático do município.
Embora o mês de junho tenha apresentado um volume significativo de precipitações, a expectativa para julho é bastante diferente. Segundo o histórico climatológico dos últimos 30 anos para Taquaritinga, a média esperada para o mês é de 23 milímetros, número consideravelmente inferior ao total registrado em junho.
A redução das chuvas em julho acompanha o comportamento típico do inverno no interior paulista, período caracterizado por tempo mais seco, menor umidade relativa do ar e queda nas temperaturas. Essas condições costumam favorecer dias consecutivos sem precipitação, exigindo atenção especial em relação ao consumo consciente de água, à saúde respiratória e à prevenção de queimadas.
Além disso, o monitoramento contínuo dos índices pluviométricos desempenha papel fundamental para diferentes setores, especialmente a agricultura, que depende das condições climáticas para o planejamento das atividades no campo. O acompanhamento histórico também permite avaliar tendências e comparar o comportamento das chuvas ao longo dos anos.
Dessa forma, os dados divulgados reforçam a importância da observação sistemática das condições meteorológicas e demonstram que, apesar do bom volume registrado em junho, julho deverá apresentar um cenário mais seco, conforme indicam as médias históricas para o município.



