terça-feira, 12 maio, 2026

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Artigo: Quando a mentira se veste de luz: A política de esquerda revelada

Por: Igor Sant’Anna*

A história política recente do Brasil deixa cada vez mais claro que a esquerda não governa pela construção de valores sólidos, mas pela manipulação das emoções e pelo controle das narrativas. Em vez de oferecer soluções reais para os problemas da população, ela recorre a três táticas que se tornaram sua marca registrada: humilhação, vitimização e distração.

A humilhação como ferramenta de intimidação

Qualquer voz que ouse discordar ou apontar os erros do governo é imediatamente ridicularizada. Pastores, empresários, jornalistas independentes, políticos de oposição, todos são alvos de chacota e difamação. A estratégia é simples: destruir a reputação do adversário antes mesmo de debater ideias. Essa tática não visa apenas o indivíduo, mas toda a sociedade que o apoia, criando uma sensação de medo e isolamento.

A vitimização como escudo moral

Quando confrontada com escândalos de corrupção, incompetência administrativa ou ataques às liberdades individuais, a esquerda se coloca no papel de vítima. Usam discursos de perseguição e minorias para blindar-se de críticas, como se fossem intocáveis. Mas quem realmente é perseguido? Quem ousa pensar diferente. A verdadeira vítima é o cidadão de bem, trabalhador, cristão, que se vê cada vez mais acuado diante de um Estado que quer controlar até mesmo sua consciência.

A distração como cortina de fumaça

Enquanto o povo sofre com a violência, a inflação e a precariedade dos serviços básicos, o governo prefere criar pautas artificiais para dividir a sociedade. Discussões intermináveis sobre ideologia de gênero, revisionismo histórico e manipulação cultural servem para esconder a incapacidade de resolver o que realmente importa: emprego, saúde, educação de qualidade e segurança.

O preço da manipulação

Essas três armas: humilhação, vitimização e distração, formam um círculo vicioso que mantém a esquerda no poder às custas da liberdade da população, mas não podemos nos calar. O Brasil precisa de líderes que tenham coragem de falar a verdade, de defender valores cristãos, de lutar por uma política limpa e por uma sociedade livre da manipulação ideológica.

O profeta Isaías já advertia: “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem da escuridade luz, e da luz escuridade” (Isaías 5:20). O Brasil vive exatamente esse dilema, mas há esperança. Cabe ao povo de bem resistir à mentira, unir forças e ocupar os espaços que ainda estão sendo usados como trincheiras ideológicas.

A verdade liberta e somente com a verdade poderemos construir um país onde a política esteja a serviço do cidadão e não do poder pelo poder.

*Igor Sant’Anna é colaborador de O Defensor.

**Os artigos publicados com assinatura não manifestam a opinião de O Defensor. A publicação corresponde ao propósito de estimular o debate dos problemas municipais, estaduais, nacionais e mundiais e de refletir as distintas tendências do pensamento contemporâneo.