Projeto da vereadora Maria Azevedo reconhece cruzamento emblemático como berço da tradicional Jardineira da Tarde
Na 9.ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Taquaritinga, realizada nesta segunda-feira, 28 de abril de 2025, os vereadores aprovaram por unanimidade o Projeto de Lei n.º 6273/2025, de autoria da vereadora Maria Azevedo. A proposta confere o título de Patrimônio Cultural Imaterial ao cruzamento das ruas General Glicério e Visconde do Rio Branco, conhecido por ser o tradicional ponto de partida da Jardineira da Tarde, símbolo afetivo e cultural do município.
A iniciativa representa mais que a valorização de um local. Ela reafirma o compromisso do Poder Legislativo com a proteção da memória coletiva e das manifestações culturais que marcam a identidade da cidade. Reconhecida oficialmente como Patrimônio Cultural Imaterial pela Lei Municipal n.º 4.588, de 1.º de abril de 2019, a Jardineira da Tarde agora passa a ter seu trajeto inicial igualmente preservado e celebrado.
A proposta da vereadora Maria Azevedo vai além do reconhecimento simbólico. Com a aprovação, o espaço poderá receber eventos, festividades, encontros culturais e celebrações populares, especialmente aos fins de semana, feriados e dias úteis fora do horário comercial.
Todas as atividades, naturalmente, deverão respeitar as normas e legislações vigentes, garantindo organização, segurança e acessibilidade para a população.
Segundo a justificativa do projeto, o cruzamento guarda significados históricos e afetivos profundos para os taquaritinguenses. É ali que gerações se encontram, famílias se reúnem e a cultura popular floresce de forma viva e espontânea. Trata-se de um lugar que, mais do que concreto e asfalto, carrega histórias, ritmos, memórias e tradições.
A Câmara Municipal demonstra, mais uma vez, sensibilidade ao reconhecer espaços que integram o imaginário popular. O cruzamento entre as ruas General Glicério e Visconde do Rio Branco, com sua vocação cultural, passa agora a ser protegido por lei como espaço de memória viva.
Por fim, a aprovação unânime revela o consenso entre os vereadores quanto à importância da valorização do patrimônio imaterial. O reconhecimento oficial reforça o papel central da cultura na promoção da cidadania, da inclusão social e da construção de vínculos comunitários duradouros.




