Monitoramento pluviométrico aponta déficit significativo no primeiro mês do ano, enquanto fevereiro inicia com expectativa de volume dentro da normalidade
O município de Taquaritinga iniciou 2026 com um volume de chuva bem abaixo do esperado, segundo dados acompanhados pelo colaborador de O Defensor, Silas Oliveira, que há anos monitora os indicadores pluviométricos locais após longa atuação na Casa da Agricultura. As medições revelam que o mês de janeiro registrou um acumulado de 174 milímetros, resultado que corresponde a apenas 64% da média histórica, estimada em 272 milímetros para o período.
O déficit chama atenção pela diferença expressiva entre o que era esperado e o que efetivamente ocorreu. Faltaram 98 milímetros para que o mês atingisse o volume considerado adequado. Para especialistas, resultados como esse podem impactar atividades agrícolas, pastagens e reservatórios, especialmente no início do ano, fase em que produtores rurais dependem da regularidade das chuvas para garantir plantios e manejos.
A redução no índice pluviométrico tem sido observada em diversas regiões do interior paulista, e Taquaritinga não é exceção. Embora janeiro costume ser um dos meses mais chuvosos do calendário, o volume registrado ficou bem aquém do necessário. As oscilações de clima e a irregularidade das precipitações reforçam a importância do monitoramento contínuo, que contribui para análises técnicas e para o planejamento de atividades rurais e urbanas.
Para o mês de fevereiro, a expectativa se mantém dentro do que é considerado normal. Tendo em vista que já no primeiro dia do mês precipitação atingiu com tudo o município. No domingo, 1º de fevereiro, nuvens negras tomaram conta do céu de Taquaritinga, a chuva forte, somada a um forte vendável provocou preocupação em boa parte da população.
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A média prevista para fevereiro de 2026 é de 197 milímetros, volume que, caso se confirme, pode ajudar a reduzir parte do déficit acumulado. No entanto, a confirmação desses números dependerá das próximas semanas, marcadas historicamente por instabilidade atmosférica.
Os dados reunidos por Silas Oliveira continuam sendo referência para moradores, produtores e autoridades municipais que acompanham com atenção o comportamento das chuvas no município. A análise sistemática dos índices também fortalece o entendimento sobre possíveis tendências climáticas e seus impactos no cotidiano da população.



