Por: Igor Sant’Anna*
O grito de independência, ecoado em 1822, não foi apenas um rompimento político. Foi a semente de uma nação que ansiava por liberdade, identidade e dignidade. Hoje, séculos depois, esse mesmo grito ressoa em nossos corações, clamando por uma nova independência: não mais contra impérios estrangeiros, mas contra os inimigos internos que corroem o Brasil; a corrupção, a mentira, a perseguição à fé e a manipulação ideológica que tenta sufocar a voz do povo.
A direita que defende Deus, a família, a pátria com valores e princípios cristãos, carrega o compromisso de honrar esse legado, pois a nossa guerra não é partidária; mas moral, cultural e pelos bons costumes. Somos herdeiros de uma terra abençoada, mas precisamos ser também guardiões da verdade e da justiça. O Brasil só será livre de fato quando o trabalhador for respeitado, quando a família for fortalecida e quando a fé não for tratada como inimiga.
O cristão entende que a verdadeira independência não está apenas nas ruas, mas no coração de cada cidadão que escolhe viver pela verdade. Como está escrito:
“Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32).
Por isso, neste 7 de Setembro, levantamos nossa bandeira não apenas como símbolo de um país, mas como ato de fé, resistência e esperança.
Lembrando que a verdadeira independência vai além da história: o nosso objetivo é libertar o Brasil da mentira, da corrupção e da perseguição à fé. Só seremos plenamente livres quando a verdade e a justiça reinarem, quando a família for fortalecida e quando nossa nação se voltar ao Senhor. Porque somente em Deus o Brasil será verdadeiramente independente, próspero e abençoado.
Porque o Brasil não pertence a ideologias.
O Brasil pertence ao Senhor!
*Igor Sant’Anna é colaborador de O Defensor.
**Os artigos publicados com assinatura não manifestam a opinião de O Defensor. A publicação corresponde ao propósito de estimular o debate dos problemas municipais, estaduais, nacionais e mundiais e de refletir as distintas tendências do pensamento contemporâneo.




