Comunicado oficial reforça que não há arrecadação de rosas e orienta população a evitar golpes às vésperas de data religiosa
A Paróquia Santa Luzia de Taquaritinga divulgou um comunicado oficial alertando a população sobre o uso indevido de seu nome para a solicitação de doações, especialmente neste período que antecede o Dia de Santa Rita. Segundo a instituição religiosa, não há qualquer campanha em andamento que envolva a arrecadação de rosas ou contribuições em residências e estabelecimentos comerciais, prática que tem sido relatada por moradores.
De acordo com a nota, pessoas não autorizadas estariam se passando por representantes da paróquia para pedir doações, o que caracteriza possível tentativa de golpe. Diante disso, a orientação é clara: a comunidade deve evitar qualquer tipo de pagamento ou entrega de itens a terceiros sem a devida confirmação por meio dos canais oficiais da igreja.
A paróquia reforça que é “extremamente proibido” utilizar seu nome para ações de arrecadação sem autorização formal. Além disso, destaca que nenhuma pessoa ou grupo foi designado para realizar abordagens porta a porta com esse objetivo. A medida busca preservar a credibilidade institucional e proteger os fiéis de possíveis prejuízos.
O alerta ganha relevância neste período do calendário religioso, quando tradicionalmente há maior mobilização de fiéis em torno de celebrações e práticas devocionais. Nesse contexto, especialistas apontam que datas simbólicas podem ser exploradas por indivíduos mal-intencionados, que se aproveitam da boa-fé da população para aplicar fraudes.
A Paróquia Santa Luzia orienta que, em caso de dúvida, os moradores procurem diretamente a secretaria paroquial ou utilizem os canais oficiais de comunicação para verificar a veracidade de qualquer campanha. A instituição também pede a colaboração da comunidade para denunciar situações suspeitas, contribuindo para a segurança coletiva.
Por fim, o comunicado enfatiza a importância da informação confiável como ferramenta de prevenção, reforçando valores de união e responsabilidade social. A mobilização conjunta entre igreja e população é vista como essencial para coibir práticas irregulares e garantir que ações solidárias ocorram de forma legítima e transparente.



