Apresentação conjunta celebrou a tradição afro-brasileira com capoeira, música e dança
Na tarde de domingo, 21 de setembro, o Terreio de Umbanda Caboclo Pena Azul (TUC) realizou uma ação cultural marcante. O grupo foi convidado pelo Capoeira Sou Eu Caboclo, do mestre Gilvan, da cidade de Matão, para uma apresentação conjunta. O encontro ocorreu na Praça do Lago, reunindo público e artistas em torno da valorização da cultura afro-brasileira.
O espetáculo foi marcado por cantos tradicionais, tambores e atabaques. A roda de capoeira, cheia de energia e movimento, deu ritmo ao ambiente. A participação especial da bailarina Layslla Raicha trouxe ainda mais força à apresentação, representando a beleza de Iansã, divindade cultuada nas religiões de matriz africana.
O evento destacou a importância da preservação cultural, pois deu visibilidade a práticas que fortalecem a identidade e a memória coletiva. Em suma, foi uma celebração que uniu arte, fé e tradição.
Contudo, a apresentação não se limitou apenas ao espetáculo. Por causa da parceria com o Projeto Mãos Dadas, o TUC Pena Azul mantém oficinas gratuitas em diferentes espaços da cidade. São oferecidas atividades como Cantos Pretos, Percussão, Capoeira e Maculelê.
Essas oficinas ocorrem aos sábados na sede do Terreiro, localizada no Conjunto Residencial Ipiranga (Talavasso), na Rua José Joaquim Esteves, 1358. Além disso, também acontecem no bairro Maria Luiza e na Escola Felícia, no Jardim São Sebastião.
O TUC tem reforçado sua atuação comunitária, pois acredita no poder da arte como instrumento de transformação social. O público interessado pode buscar mais informações nas redes sociais: Instagram (@tuc_penaazul) e Facebook (Terreiro de Umbanda Caboclo Pena Azul).
Em suma, a tarde cultural no Lago foi mais do que um encontro artístico. Representou a força da tradição afro-brasileira, transmitida com respeito, beleza e resistência.







