quinta-feira, 30 abril, 2026

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Em Matão: Polícia Militar registra ocorrência após clientes de Taquaritinga serem impedidas de entrar em loja

Caso ocorreu durante liquidação de fechamento e foi encaminhado à Delegacia para preservação de direitos das partes

Uma ocorrência envolvendo possível impedimento de acesso a estabelecimento comercial mobilizou a Polícia Militar na tarde desta sexta-feira, 16 de janeiro, na Avenida 15 de Novembro, região central de Matão. O caso foi registrado como Comunicação de Fato, instrumento utilizado para preservação de direitos, após duas consumidoras relatarem que foram impedidas de entrar em uma loja em processo de liquidação de fechamento, sem que os motivos fossem esclarecidos.

Segundo as informações apuradas, duas, moradora de Taquaritinga, clientes habituais do estabelecimento, deslocaram-se até Matão com a intenção de realizar compras. Ao chegarem à loja, por volta das 16h50, ambas teriam sido barradas na entrada pela gerente, mesmo havendo um comunicado visível indicando funcionamento do comércio até às 18h.

Diante da negativa, uma das mulheres registrou a imagem do aviso de expediente e questionou a decisão, porém a gerente manteve a restrição de acesso. A situação gerou indignação nas consumidoras, que acionaram a Central de Emergência 190 para relatar o ocorrido, alegando constrangimento e falta de justificativa plausível.

Os policiais cabo Espedo e soldado Leite, que atuavam pela Atividade Delegada, foram direcionados ao local e ouviram inicialmente as versões das clientes. Na sequência, os agentes conversaram com a gerente do estabelecimento para esclarecer os fatos. Conforme o registro, em um primeiro momento, a responsável pela loja teria se recusado a fornecer seus documentos pessoais, mas acabou apresentando os dados após ser informada sobre as consequências legais da recusa, sendo então qualificada no boletim de ocorrência.

Concluídos os procedimentos no local, a equipe policial encaminhou as informações ao delegado de plantão na Delegacia do Município de Matão, onde a ocorrência foi formalizada para eventual análise jurídica. Até o momento, não há confirmação de abertura de inquérito, cabendo à autoridade policial avaliar se houve violação de direitos do consumidor ou outra infração prevista em lei.

Em respeito ao contraditório, fica registrado que a gerente ou qualquer representante da loja envolvida tem espaço aberto para se manifestar sobre o episódio e apresentar sua versão dos fatos, garantindo a transparência e o equilíbrio das informações.