Vítima sofreu escoriações e possível fratura no pulso; motorista prestou socorro e caso foi registrado na Delegacia de Polícia
Uma idosa de 82 anos foi atropelada na manhã de sábado, 25 de outubro, por volta das 10h50, enquanto atravessava a Rua 24 de Outubro, no Jardim Buscardi, em Taquaritinga. O caso foi registrado como lesão corporal culposa na direção de veículo automotor e atropelamento. A vítima, foi socorrida pela equipe do Samu e levada à UPA 24 horas, onde recebeu atendimento médico.
Segundo o Boletim de Ocorrência registrado na Delegacia de Polícia de Taquaritinga, o acidente aconteceu quando o condutor, de 48 anos, manobrava uma caminhonete Dodge Dakota azul, ano 1999. Durante o estacionamento, o motorista não percebeu que a idosa passava atrás do veículo e acabou atingindo-a, fazendo com que ela caísse ao solo.
O cabo da Polícia Militar, Coffani, que estava em patrulhamento pela área, relatou que notou uma aglomeração de pessoas e decidiu parar para verificar a situação. No local, ele foi informado sobre o atropelamento e prestou apoio até a chegada da equipe de resgate.
Em seu depoimento, o condutor afirmou que assim que percebeu o impacto, interrompeu imediatamente a manobra e desceu para prestar socorro à vítima, sendo auxiliado por populares que acionaram o Samu. A idosa, consciente, disse que não percebeu que o veículo estava em movimento ao se aproximar da calçada, o que contribuiu para o acidente.
De acordo com o histórico do boletim, a idosa apresentava escoriações e suspeita de fratura no pulso direito. Após o atendimento inicial, foi encaminhada à unidade de pronto atendimento para exames e observação.
O caso foi registrado como crime de lesão corporal culposa na direção de veículo automotor, previsto no artigo 303 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), por se tratar de um acidente sem intenção de causar ferimentos. A autoridade policial responsável pelo registro, Dr.ª Célia Maria L. T. Souza Reis, determinou a preservação dos direitos da vítima e a orientação quanto ao prazo de seis meses para representação criminal contra o motorista.
A Polícia Civil vai analisar o caso para determinar se houve negligência na condução do veículo. Segundo o documento, o automóvel não possuía seguro, e o motorista colaborou integralmente com a ocorrência, permanecendo no local até o atendimento final.



