sexta-feira, 17 abril, 2026

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Na região: Homem é preso em flagrante por embriaguez ao volante em Cândido Rodrigues

Durante abordagem, Polícia Militar apreendeu simulacro de arma de fogo; condutor permanece à disposição da Justiça

A Polícia Militar do Estado de São Paulo registrou, na noite de domingo (21 de setembro de 2025), um caso de embriaguez ao volante no município de Cândido Rodrigues, que resultou na prisão em flagrante de um homem de 32 anos. O episódio ocorreu na Rua Amazonas, nº 1075, no Jardim Lago, e foi acompanhado pela apreensão de um simulacro de arma de fogo que estava dentro do veículo conduzido pelo suspeito.

De acordo com o Boletim de Ocorrência da PM, uma equipe em patrulhamento identificou um carro transitando em zigue-zague, o que motivou a abordagem. Na revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado com o motorista, mas, durante a inspeção no veículo, os policiais localizaram na porta do condutor um simulacro de pistola 24/7 calibre 4.5 mm, carregado com esferas de aço e pronto para uso. Questionado, o homem relatou que havia utilizado o objeto em um sítio para disparos recreativos, mas não apresentou nota fiscal do equipamento.

Além disso, foi oferecido ao condutor o teste do etilômetro, que apontou resultado de 1,24 mg/L de álcool por litro de ar alveolar, valor muito acima do limite legal estabelecido pelo artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Diante da constatação, o mesmo foi cientificado da prisão em flagrante e algemado, em razão do estado de embriaguez.

Antes de ser encaminhado à delegacia, o motorista passou por avaliação médica no Pronto Atendimento Municipal, onde o laudo confirmou estado de embriaguez (CID 10 F100), mas descartou lesões físicas. O veículo, um GM Astra de placas AUN0C74, foi liberado ao irmão do condutor.

No Distrito Policial de Taquaritinga, o delegado plantonista Marlos Marcuzzo ratificou o flagrante e determinou a apreensão do simulacro. Foi arbitrada fiança no valor de R$ 1.600,00, que até o encerramento da ocorrência não havia sido paga. O motorista permanece, portanto, à disposição da Justiça.

O caso reforça a gravidade do crime de embriaguez ao volante, que representa risco à segurança viária, além de chamar a atenção para o porte irregular de objetos que simulam armas de fogo, situação que pode gerar insegurança e confusão em abordagens policiais.