sábado, 23 maio, 2026

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Durante Patrulhamento Policial: Adolescente é apreendido com crack e dinheiro em Taquaritinga

Jovem tentou fugir ao avistar viatura da Polícia Militar, mas foi alcançado; com ele foram encontrados entorpecentes, R$ 196 em espécie e um celular. Caso foi registrado como ato infracional análogo ao tráfico de drogas

Um adolescente de 15 anos foi apreendido na tarde da última terça-feira (13), em Taquaritinga, sob suspeita de ato infracional análogo ao crime de tráfico de drogas. A ocorrência foi registrada pela Polícia Civil no Boletim de Ocorrência, após patrulhamento realizado por policiais militares nas imediações da escola Carmela Morano Previdelli, localizada no bairro Jardim Sesquicentenário.

Segundo consta no relato policial, os agentes notaram a atitude suspeita de um adolescente que, ao perceber a presença da guarnição, empreendeu fuga pela passarela próxima ao colégio. Após ser alcançado, o jovem foi submetido à abordagem e, em sua posse, os policiais localizaram uma pochete contendo três pedras de crack devidamente embaladas, além da quantia de R$ 196,00 em espécie e um telefone celular.

Durante a averiguação, o menor admitiu, de forma informal, que estava vendendo drogas e que o dinheiro encontrado seria proveniente da comercialização dos entorpecentes. Segundo o próprio adolescente, cada pedra era vendida pelo valor de R$ 10,00. Os policiais conduziram o menor à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para exame clínico e, posteriormente, à Delegacia de Polícia Civil, onde o caso foi apresentado à autoridade de plantão.

O delegado responsável classificou a ocorrência como ato infracional de natureza análoga ao artigo 33 da Lei nº 11.343/2006 (Lei de Drogas), determinando a apreensão dos itens encontrados: a pochete de cor roxa, o valor em dinheiro, o celular  e as três porções de crack.

Conforme previsto em lei para casos envolvendo menores de idade, o adolescente foi liberado sob responsabilidade de sua curadora legal, após os trâmites legais e a lavratura da ocorrência. O caso seguirá agora para apreciação do Ministério Público e da Vara da Infância e Juventude, que decidirão sobre eventuais medidas socioeducativas.