Vítima procurou o Cemitério Municipal depois de tomar conhecimento de relatos sobre furtos no local; duas placas foram levadas e autoria permanece desconhecida
Uma mulher de 64 anos procurou a Delegacia de Polícia de Taquaritinga, na quinta-feira, 15 de outubro, para denunciar o furto de duas placas de bronze instaladas no túmulo de seu marido, no Cemitério Municipal. A descoberta aconteceu depois que ela tomou conhecimento, por meio das redes sociais (provavelmente do Jornal O Defensor), de informações sobre furtos que estariam ocorrendo no espaço destinado aos sepultamentos.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima relatou que estava trabalhando quando teve acesso a uma publicação nas redes sociais alertando sobre o desaparecimento de objetos de sepulturas.
Preocupada com a possibilidade de o túmulo de seu esposo também ter sido atingido, a mulher decidiu ir até o cemitério após encerrar seu expediente, para verificar as condições do local.
Ao chegar à sepultura, situada na quadra 8, fileira 5, constatou que duas placas de bronze haviam sido retiradas. Diante da situação, procurou a Polícia Civil para formalizar a denúncia.
Segundo as informações registradas, a vítima não presenciou o furto e não soube apontar quem poderia ter praticado o crime.
O boletim também informa que não existem câmeras de vigilância no ponto indicado, tampouco foram identificadas testemunhas que pudessem contribuir diretamente para o esclarecimento da ocorrência.
A ausência de imagens e de testemunhos presenciais representa uma dificuldade inicial para a identificação de possíveis responsáveis. Entretanto, outros elementos eventualmente obtidos durante a apuração poderão auxiliar no esclarecimento dos fatos.
A ocorrência foi registrada como furto consumado, previsto no artigo 155 do Código Penal, com autoria desconhecida.
O documento policial não informa o valor das placas subtraídas, quando exatamente elas foram retiradas ou se houve danos adicionais à estrutura da sepultura.
O caso chama a atenção por envolver objetos de valor material e afetivo, utilizados pelas famílias para identificar e homenagear pessoas falecidas.
Além disso, a denúncia ocorre em meio a relatos de outros furtos no Cemitério Municipal. No entanto, as informações disponíveis não permitem afirmar que os episódios tenham sido praticados pelas mesmas pessoas ou que exista ligação entre eles.
O registro foi encaminhado para apreciação da autoridade policial, responsável pela avaliação das providências investigativas cabíveis.
Até a formalização da ocorrência, não havia informações sobre a identificação de suspeitos ou a recuperação das duas placas de bronze.




