Representantes da categoria usaram a Tribuna Livre da Câmara para relatar ausência de recolhimentos referentes a 2024, 2025 e 2026 e pedir apoio dos vereadores
As professoras Lucélia Modesto Braga e Carmem Aparecida Lúcio utilizaram a Tribuna Livre da Câmara Municipal de Taquaritinga para apresentar reivindicações de profissionais da Educação contratadas pela Prefeitura por meio de processo seletivo. Entre as principais questões levantadas está a alegada falta de recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) referente aos contratos mantidos nos anos de 2024, 2025 e 2026.
Durante a manifestação, as professoras solicitaram o apoio dos vereadores para buscar esclarecimentos e uma solução para a situação. Outras profissionais contratadas pelo mesmo regime acompanharam a discussão no auditório da Câmara, demonstrando mobilização da categoria em torno do tema.
Segundo os relatos apresentados na Tribuna Livre, os depósitos de FGTS correspondentes aos períodos trabalhados não estariam sendo realizados pela administração municipal. A reivindicação envolve, portanto, a regularização dos valores que as profissionais entendem serem devidos em razão dos vínculos estabelecidos por meio dos processos seletivos.

Além da questão do FGTS, Lucélia e Carmem apontaram outra situação que, segundo elas, precisa ser analisada: o suposto não reconhecimento de atestados médicos para justificativa de faltas parciais. As profissionais classificaram a prática como possível irregularidade trabalhista e defenderam que o assunto seja esclarecido pela administração.
A utilização da Tribuna Livre levou o tema ao debate público no Legislativo Municipal, onde as professoras pediram a participação dos vereadores na interlocução com o Executivo e na apuração das reivindicações apresentadas.
Cabe destacar, entretanto, que as informações relatadas durante a manifestação representam a posição das profissionais. Com os dados disponibilizados até o momento, não foram apresentados na manifestação elementos sobre eventual justificativa administrativa para a ausência dos depósitos, nem posicionamento da Prefeitura de Taquaritinga a respeito dos recolhimentos de FGTS e dos critérios adotados para atestados médicos. O esclarecimento do Executivo é necessário para que se possa estabelecer o quadro completo da situação.
Enquanto isso, as professoras contratadas por processo seletivo aguardam encaminhamentos sobre as reivindicações e defendem a regularização dos direitos que afirmam estar pendentes.




