segunda-feira, 17 agosto, 2026
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Em Taquaritinga: Adolescente é apreendido com 30 pedras de crack no Jardim Micali

Segundo boletim de ocorrência, jovem foi abordado durante patrulhamento da Polícia Militar e teria admitido a comercialização dos entorpecentes; caso foi encaminhado à Justiça da Infância e Juventude

Um adolescente de 17 anos foi apreendido na noite de domingo, 16 de agosto, após ser abordado pela Polícia Militar com 30 pedras de crack no Jardim Micali, em Taquaritinga. Segundo o boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil, o jovem teria admitido aos policiais que estava comercializando os entorpecentes. Após os procedimentos na Delegacia de Polícia, foi determinada sua apreensão e transferência para uma unidade de atendimento socioeducativo em Ribeirão Preto.

De acordo com o registro policial, a ocorrência teve início por volta das 19h, durante patrulhamento preventivo pela Rua Vicente João Olivério. Os policiais militares avistaram o adolescente e, conforme a versão apresentada no boletim, ele teria mudado repentinamente de direção e acelerado os passos após perceber a aproximação da viatura.

Diante da suspeita, os policiais realizaram a abordagem. Durante a busca pessoal, encontraram, escondido na roupa íntima do adolescente, um saco plástico contendo fumo do tipo “Arapiraca”. Dentro da embalagem, conforme registrado pela Polícia Civil, estavam 30 pedras de crack, já fracionadas, que totalizaram aproximadamente cinco gramas.

Também foram apreendidos R$ 20 em dinheiro. Segundo o boletim, ao ser questionado pelos policiais, o adolescente teria declarado que estava realizando a venda das drogas e que comercializava cada pedra de crack por R$ 15. Ainda conforme o relato registrado, ele teria afirmado que o dinheiro encontrado era proveniente da comercialização de entorpecentes.

A ocorrência foi apresentada na Delegacia de Polícia de Taquaritinga e registrada como ato infracional análogo ao crime de tráfico de drogas, previsto no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006. Por envolver um adolescente, o caso segue os procedimentos específicos estabelecidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O boletim informa ainda que a mãe do jovem manteve contato telefônico, mas não compareceu à unidade policial. Uma mulher identificada no registro como curadora também consta entre as pessoas relacionadas à ocorrência.

Após a análise dos fatos, a autoridade policial determinou a apreensão do adolescente. Ele foi encaminhado para a Fundação Cândido Portinari, em Ribeirão Preto, ficando o caso sob apreciação dos órgãos competentes da Infância e Juventude.

A droga e o dinheiro foram formalmente apreendidos. Por se tratar de adolescente, sua identidade é preservada, conforme determina a legislação brasileira de proteção à criança e ao adolescente.