quarta-feira, 29 abril, 2026

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Solidariedade: OAB Taquaritinga divulga nota de repúdio após feminicídio de advogada em Piraju

Subseção manifesta solidariedade e reforça compromisso institucional no combate à violência contra mulheres

A Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil de Taquaritinga publicou, no dia 21 de novembro, uma nota de repúdio e solidariedade após o feminicídio da advogada Camilla Santos Silva, ocorrido na cidade de Piraju (SP). O documento expressa, de forma “firme e categórica”, o profundo pesar da instituição diante do crime que tirou a vida de uma profissional reconhecida por sua atuação em defesa das mulheres.

De acordo com o texto, a OAB Taquaritinga manifesta apoio à 112ª Subseção da OAB Piraju, além de estender solidariedade aos familiares, amigos e à comunidade jurídica local, que se encontra “enlutada diante da perda de uma profissional dedicada, comprometida com a advocacia e com pautas de defesa dos direitos das mulheres”. A entidade classifica o feminicídio como uma grave violação aos direitos humanos, destacando que o caso representa mais um capítulo da crescente escalada de violência contra mulheres no país.

A nota enfatiza que a Ordem dos Advogados do Brasil mantém atuação permanente, ampla e institucional no enfrentamento à violência de gênero. Nesse sentido, a subseção reafirma seu compromisso inegociável com a proteção da mulher, reforçando a importância do fortalecimento de políticas públicas e de mecanismos institucionais voltados à prevenção, acolhimento e justiça.

O documento também reitera a união da entidade com a OAB Piraju, ao mesmo tempo em que envia apoio a todas as mulheres que sofrem ou sofreram violência, afirmando que “crimes desta natureza não encontram — e jamais encontrarão — espaço de tolerância” no âmbito institucional. A manifestação pública, segundo a subseção, é parte essencial da defesa da dignidade humana e do papel social da advocacia.

A nota encerra reforçando que a violência de gênero exige respostas contundentes e contínuas, tanto do poder público quanto da sociedade civil, a fim de que tragédias como a que vitimou a advogada Camilla não se repitam.