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Nossa Palavra – Rastros de destruição

Depois que a pandemia do novo Coronavírus passar, será possível ver, com maior clareza, o saldo de sobreviventes no mercado de trabalho brasileiro e seus efeitos. Até o momento, os rastros de destruição dos postos de emprego são notórios e atingem profissionais de todas as escolaridades. Apesar de todas as dificuldades, ainda há muita esperança na retomada da economia e do mercado de trabalho após a crise sanitária, mas o alento para o trabalhador ainda vem da prorrogação do Auxílio Emergencial. Vale ressaltar que a crise do emprego já se…

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Caso de polícia: Prefeito lamenta vandalismo e destruição na creche Maricota Ramalho

Elementos atearam fogo em cômodos no estabelecimento escolar. O prefeito de Taquaritinga anunciou, através das redes sociais, nesta segunda-feira (13), sua tristeza e descontentamento praticado por vândalos, na creche Maricota Ramalho, localizada no bairro Caic em Taquaritinga, onde aconteceu a destruição, pelo fogo, em alguns cômodos da unidade escolar, ocorrida no sábado, dia 11, por volta das 17h, conforme dados apurados pelo Corpo de Bombeiros. Segundo a publicação feita pelo chefe do Executivo, os suspeitos já haviam invadido a creche em outros dias da semana, no intuito de furtar TVs,…

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Destaques Geral Saúde 

Bactéria gerada pelo Zika duplica a destruição de neurônios

Uma toxina encontrada em alguns reservatórios de água pode ser mais uma vilã do grave surto de microcefalia ocorrido no Nordeste. Estudos realizados no Brasil apontam que essa toxina é capaz de duplicar a morte de neurônios em pacientes infectados pelo Zika vírus. A pesquisa que foi realizada pelo Instituto D’Or (IDOR), e pelas universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ) e Rural de Pernambuco (UFRPE), demonstrou que a destruição de células cerebrais foi duas vezes maior quando a toxina e o Zika agiram juntos. Na mesma análise, o grupo descobriu que…

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Destaques Geral Momento Agro 

Destruição de soqueira é essencial para o controle do bicudo após colheita, afirma IMAmt

A colheita do algodão avança em Mato Grosso a cada dia. Com quase 80% dos 1,115 milhões de hectares semeados já foram colhidos e, de acordo com o Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt), a destruição de soqueiras (restos culturais) é essencial para evitar que haja proliferação de doenças e pragas, em especial o bicudo do algodoeiro. De acordo com especialistas do IMAmt, as algodoeiras mato-grossenses estão trabalhando a todo vapor, apesar de algumas ainda estarem na fase de regulagem inicial dos maquinários. Embora os trabalhos de colheita estejam ganhando ritmo,…

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