É pouco! Apenas 2.348 moradores de Taquaritinga (SP) estão completamente imunizados contra a Covid-19

12,47 % da população já receberam a primeira dose da vacina, mas apenas 4,09% receberam a segunda.

De acordo com o vacinômetro, disponibilizado no site da Prefeitura Municipal de Taquaritinga, apenas 4,09% aproximadamente da população do Município está completamente imunizada contra a doença, o que corresponde a 2348 pessoas, levando-se em conta que, segundo o IBGE a estimativa é que haja 57364 habitantes na cidade.

No total, até às 16h15 de sexta-feira (2), 12,47% já receberam a primeira dose da vacina, sendo assim, 7153 foram vacinadas, mas 8,38% desses, ainda não receberam a segunda dose. Essa pequena porcentagem da população imunizada não é exclusividade de Taquaritinga, pois o sistema de vacinação segue um calendário, definido pelo Governo do Estado de São Paulo, além da disponibilidade das vacinas.

Segundo o vacinômetro, até o momento, 1974 profissionais da saúde e equipe de apoio e 5178 moradores que fazem parte do grupo prioritário por idade foram imunizados no Município. Das pessoas que fazem parte desse último grupo, a faixa etária que teve mais pessoas vacinadas foi entre 72 e 74 anos. A última idade liberada para receber a vacina foi 68 anos.

Apesar da imunização da população ainda ser baixa, os casos de internações na Santa Casa local e o número móvel de casos diários também diminuiu.

Segundo os boletins da unidade hospitalar da cidade, entre os dias 26 de março e 1 de abril, a média de internações ficou em 28,3 e alguns dias atrás era de 38,4. Outro dado relevante é o número de novos casos de contaminação. Entre os dias 27 de março e 2 de abril, a média móvel de novos casos ficou em 16,9 e na semana anterior era de 18,4. Houve uma diminuição de 11 casos durante os últimos sete dias.

O cálculo é feito somando-se o número de casos dos últimos sete dias e dividindo-se o resultado por sete. Como os dados são atualizados diariamente, os números podem sofrer alterações ao longo da semana, em função da atualização diária dos casos confirmados e da demora em abastecer o sistema com os casos notificados.

O que mais tem preocupado tanto os profissionais de saúde quanto os moradores é que o número de mortes não para de crescer. Só no mês de março foram registrados 35 óbitos e atualmente a cidade já confirmou 104 mortes em decorrência da doença.