Familiares descobriram o desaparecimento de quatro placas com nomes e fotografias, além de um vaso ornamental, durante visita ao local no sábado
Um novo caso de furto de objetos de bronze foi registrado no Cemitério Municipal de Taquaritinga, localizado na região central da cidade. Na manhã de sábado, 31 de outubro, um morador constatou o desaparecimento de quatro placas de identificação e um vaso ornamental, retirados de dois jazigos pertencentes à sua família.
De acordo com o boletim de ocorrência, o homem compareceu à Delegacia de Polícia após visitar os túmulos de familiares e perceber que objetos fixados nas sepulturas haviam sido subtraídos por pessoas ainda não identificadas.
No primeiro jazigo, o visitante constatou a ausência de quatro placas de bronze que continham nomes e fotografias de familiares falecidos. Os materiais estavam instalados no túmulo e serviam como identificação e homenagem às pessoas sepultadas.
Durante a mesma visita, o morador também verificou outro jazigo da família, situado em uma quadra diferente do cemitério, onde identificou o desaparecimento de um vaso de bronze utilizado como peça ornamental.
Ao todo, cinco objetos foram furtados, conforme a relação apresentada à Polícia Civil.
Segundo o relato da vítima, não há informações sobre quem teria praticado as subtrações ou sobre o momento exato em que os objetos foram retirados.
Embora o desaparecimento tenha sido constatado no sábado, o boletim não permite determinar quando os furtos ocorreram, já que os materiais poderiam ter sido levados em data anterior à visita.
O registro também não informa a existência de testemunhas, imagens de câmeras de monitoramento ou outros elementos que possam auxiliar diretamente na identificação dos responsáveis.
Diante da situação, o morador procurou a Delegacia de Polícia de Taquaritinga para formalizar a denúncia e solicitar providências para a apuração dos fatos.
A ocorrência foi registrada como furto consumado, previsto no artigo 155 do Código Penal, e encaminhada para apreciação da autoridade policial.
O caso reforça a preocupação com a preservação dos jazigos e dos objetos de homenagem às pessoas falecidas, especialmente porque a retirada das peças representa, além do prejuízo material, a perda de elementos de identificação e memória familiar.
Até a conclusão do boletim de ocorrência, nenhum suspeito havia sido identificado, e não havia informações sobre a recuperação dos materiais.




