Boletim atualizado aponta um óbito e reforça alerta para prevenção
A Vigilância Epidemiológica de Taquaritinga divulgou, nesta quinta-feira (14), dados atualizados sobre a situação da dengue no município. De acordo com o boletim, entre 1º de janeiro e 14 de agosto deste ano, foram 3.969 casos notificados, sendo 2.479 positivos, 1.484 negativos e seis ainda sob investigação. O levantamento confirma também um óbito registrado pela doença e informa que não há pacientes internados no momento.
O gráfico de acompanhamento mês a mês demonstra que o pico de casos positivos ocorreu em março, com 824 registros confirmados, seguido de fevereiro, com 779 casos. Desde então, a curva apresenta queda significativa, chegando a apenas seis confirmações em agosto. A tendência de redução é observada também nos casos descartados, que atingiram o maior número em fevereiro (327) e caíram para 22 neste mês.
Apesar da desaceleração, a Prefeitura reforça a necessidade de manter os cuidados de prevenção, já que a cidade ainda acumula um número expressivo de infectados em 2025. A redução recente é atribuída tanto ao trabalho de bloqueio e controle do vetor realizado pelas equipes municipais quanto à conscientização da população.
Segundo especialistas, a principal forma de evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti continua sendo eliminar focos de água parada, onde o inseto se reproduz. Também são recomendadas medidas como manter caixas d’água tampadas, limpar calhas, descartar corretamente recipientes que possam acumular água e permitir o acesso dos agentes de controle aos quintais.
A Secretaria Municipal de Saúde orienta que, diante de sintomas como febre alta, dores no corpo, manchas na pele e mal-estar, o morador procure imediatamente atendimento médico para diagnóstico e tratamento adequados. O alerta é ainda mais importante para grupos de risco, como idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas, que podem desenvolver formas mais graves da dengue.
Mesmo com os indicadores atuais em queda, a Vigilância Epidemiológica reforça que a luta contra a doença deve ser constante e coletiva, envolvendo poder público e comunidade.





